Séries

GRLPWR | 10 Séries com Protagonismo Feminino

Maratonas garantidas e guiadas por algumas das mulheres mais impressionantes da ficção.

Essa lista é para xs viciadxs em série, que estão sempre buscando um algo mais. As mulheres aqui são inacreditáveis e merecem ser notadas, ocupando um espaço que por tanto tempo pertenceu a figuras masculinas. Vamos?

Dear White People

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Essa mulher é a militância em si! Dear White People é uma das produções da Netflix que, mesmo sem ter bombado (e até mesmo por causa disso), vamos recomendar hoje. Samantha (Logan Browning) é dona de um programa na rádio que transmite para a sua faculdade de elite, predominantemente branca, críticas ferrenhas às discriminações presentes no campus. É uma série que tramita pelo cerne das discussões sobre raça, gênero, feminismo e tantas outras; assistam, comentem o que acharam com a gente e vamos polemizar 😉

Las Chicas del Cable

A série espanhola ganhou seu público articulando as vivências de mulheres na década de 1920, juntando-as através do trabalho numa empresa de telecomunicações. Alba (Blanca Suárez), Carlota (Ana Fernández), Marga (Nadia de Santiago) e Ángeles (Magie Civantos) tecem um drama cheio de reviravoltas e discussões sérias, inegavelmente pincelando o feminismo branco de classe média da época.

Chewing Gum

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Achou que não ia ter série de comédia? Achou errado! Essa é um comédia britânica, escrita e protagonizada por Michaela Coel, baseada em suas próprias vivências em Londres; dentro de um gênero tão controverso, ela consegue abrir discussões sobre classe, raça, religiosidade, sexualidade e relacionamentos, sempre de maneiras incrivelmente hilárias, mas prontamente moldadas para uma reflexão. Com duas temporadas disponíveis, a terceira está confirmadíssima (ufa!).

The Good Wife

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Se estamos aqui para falar de mulheres fortes, vamos falar sobre a advogada que volta a trabalhar depois da prisão de seu marido e, aos poucos, torna-se a peça central da própria história. Para quem gosta de séries dentro dos tribunais, Alicia Florrick (Julianna Margulies) está pronta para te conduzir.

Orphan Black

Depois de presenciar o suicídio de uma mulher, Sarah (Tatiana Maslany) vai ser levada a descobrir um segredo aterrorizante sobre sua vida. Dividida em vários núcleos, Orphan Black explora diversas personalidades femininas e reflete sobre a apropriação do nosso corpo, ainda que não seja especialmente uma série com um show de representatividade. Acho que a gente precisava de uma lição, porque Tatiana Maslany nos mostrou o que é interpretar mais de 6 papéis numa mesma trama.

Juana Inés

Essa é uma série dedicada à mexicana Juana Inês, considerada a “primeira feminista do Novo Mundo”, e de como ela lutou para mudar o que se entendia por ser mulher na sua época. Num momento tão importante, no qual buscamos trazer à vida as histórias de mulheres que foram invisibilizadas historicamente, essa narrativa tem extrema importância e, com certeza, vale uma maratona na Netflix.

Star Trek Discovery

A nova série da Netflix traz o universo clássico de Star Trek com uma abordagem nova; a mudança mais notável é do protagonismo, que era tradicionalmente masculino, mas foi dado a uma mulher negra: Sonequa Martin-Green, como Michael Burnham. Ademais, sua capitã no início da narrativa e sua inspiração também é uma mulher, Philippa Georgiou (Michelle Yeoh). A série está disponível no serviço de streaming Netflix e foi renovada para a segunda temporada.

The Handmaid’s Tale

A jornada de Offred (Elisabeth Moss) nos apresenta a uma distopia na qual uma praga tornou a maior parte da população infértil, o que faz com que mulheres férteis de Gileade sejam usadas como concubinas para chefes do governo que ainda não conseguiram se tornar pais. Esse novo país, que surge no lugar dos Estados Unidos, é um retrato do extremismo religioso e vemos mulheres notáveis relegadas a segundo plano e invisibilizadas. Assim, a série é uma denúncia voraz ao fundamentalismo no mundo moderno, ao mesmo tempo em que demonstra como as mulheres são capazes de definir o próprio destino.

Big Little Lies

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Big Little Lies é um retrato amplo das diversas facetas da mulher, dos seus relacionamentos e das suas trajetórias. É uma produção feita num momento crucial de discussão sobre as diversas formas de violência contra a mulher e, além disso, explora a amizade e o companheirismo entre elas. Em vias de lançar sua segunda temporada, a minissérie foi aclamada pela crítica como uma das melhores produções de 2017.

A Santíssima Trindade

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Ok, nesse eu trapaceei um pouco. Mas a lista era curta e essas três são obrigatórias: as filhas de Shonda Rhimes! Grey’s Anatomy, Scandal e How to Get Away With Murder são verdadeiros tributos à figura feminina e à representatividade como um todo.

Em Grey’s Anatomy, Ellen Pompeo dá vida Meredith Grey, uma cirurgiã em formação no Seattle Grace Hospital. Diversas outras mulheres são – muito bem – desenvolvidas ao longo das quatorze temporadas, como Miranda Bailey (Chandra Wilson), Cristina Yang (Sandra Oh), Arizona Robbins (Jessica Capshaw), Callie Torres (Sara Ramírez), April Kepner (Sarah Drew), Jo Wilson (Camilla Luddington)… Ufa! Só rainhas.

Scandal é um thriller político que acompanha Olivia Pope (Kerry Washington) e as suas relações com a casa mais poderosa do mundo. Além da presença massiva e arrepiante de Washington, a primeira dama Mellie Grant (Bellamy Young) tem uma ascensão fantástica na trama.

How to Get Away With Murder ficou conhecida pela genialidade de Viola Davis, dentro e fora de personagem. Annalise Keating é uma advogada nada convencional, mas que sempre consegue o que quer, e sua turma vai aprender isso do jeito mais difícil.

Esperamos que suas maratonas durem muito e muito bem ao lado dessas mulheres. Claro que temos muitas outras séries com protagonismo feminino notável, e se você tem uma contribuição a essa lista, por favor! Vamos continuar enaltecendo as mulheres que enriquecem, tanto em cena quanto nos bastidores, e que abrem caminhos para todas nós. E lembrar que não precisa ser Mês da Mulher para isso.

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Categorias:Séries, Sessão Indica

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