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Crítica | Vingadores: Guerra Infinita

Após dez anos de construção do universo Marvel, a primeira parte do fim se aproxima.

A saga dos Vingadores ganha para as telas o vilão mais aguardado dos quadrinhos. Thanos (Josh Brolin), que, no decorrer dos filmes, já mostrava grande interesse nas Jóias do Infinito, deseja concluir o seu objetivo de “salvar” o universo. Além de Thanos, o filme consta com a presença do Corvus Glaive, Próxima meia-noite, Estrela Negra e Fáuce de Ébano.

Considerando então esse o novo ponto de ignição da Marvel, Guerra Infinita propõe pôr um fim em um ciclo e iniciar um outro.

A guerra começa na cena pós crédito de Thor: Ragnarok (2017), quando a nave de Asgard avista a nave do Titã mais louco dos quadrinhos. Com o fator de reunir as Jóias do Infinito, o filme mostra a busca do vilão por elas e cada etapa que ele precisará recorrer para adquirir seus poderes. Essa trajetória se preocupa em mostrar a história desde o começo, quando ele encontrou Gamora (Zoe Saldana) e Nebula (Karen Gillan), humanizando justamente essa parte do poderoso Thanos. Dando muito foco nessa parte, a trama falha em não apresentar os membros da “Ordem Negra” e seus poderes, tornando a Ordem um tanto mais “fraca”, mas compreendido quando a trama central mostra-se voltada em torno do Titã.

No decorrer do filme, observa-se que temos personagens com uma maturidade mais aflorada; as piadas podem até ocorrer, mas ainda assim não tiram a seriedade e importância do momento para esse universo. A então interação dos Guardiões da Galáxia com os Vingadores e o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) expõe um momento muito esperado para os fãs e, mesmo com referências a filmes anteriores, o telespectador tem a possibilidade de desfrutar desses momentos.

Voltando para Terra, o plano inicial se passa em torno de Visão, e como proteger a Jóia do Infinito que dá vida ao personagem – a Jóia da Mente. Essa caça ao personagem mostra a união e a desenvoltura de cada papel ao redor dele. Com Capitão América (Chris Evans), Viúva Negra (Scarlet Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Falcão (Sam Wilson), Máquina de Combate (Don Cheadle) e Bruce Banner (Mark Ruffalo) – não tivemos o prazer de ver o Incrível Hulk dessa vez, por conta da outra personalidade do Banner não querer se manifestar depois de tanto tempo assim, então contaremos com a interação do mesmo. O intuito dessa parte da equipe é chegar até Wakanda, onde teremos o palco de toda a guerra.

Além de todo esse momento, um ponto muito forte do filme foi mostrar a essência do Thor (Chris Hemsworth) igual às HQs. Esse Thor se mostra mais sanguinário e adulto, tirando toda aquela persona piadista construída nos últimos filmes. A relevância desse personagem na saga, unido a Groot (Vin Diesel) e Rocket (Bradley Cooper) para construir um novo machado, mostrará um Thor determinado a derrotar Thanos.

Assim, no decorrer do filme, até o final, o telespectador fica na espera de ver o que acontece com o vilão e se ele será derrotado. O maior ciclo da MCU se encera e já dá uma entrada para o que pode acontecer mais pra frente. Infelizmente, no filme não há participação do Homem-Formiga (Paul Rudd), Vespa (Evangeline Lilly) e Gavião arqueiro (Clint Barton). Agora cabe esperar para os próximos filmes em 2019, a introdução da Capitã Marvel (Bree Larson) e a segunda parte da Guerra Infinita.

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